OpenStreetMap

OpenStreetMap

Lançado em 1 de julho de 2004, há 15 anos, o “OpenStreetMap (OSM) é um projeto de mapeamento colaborativo para criar um mapalivre e editável do mundo” (Wikipédia), alternativa perfeita a outros projectos liderados por determinadas empresas famosas. Tem como particularidade o facto de quem realmente conhece os sítios poder, facilmente, fazer a sua edição e contribuir para o seu enriquecimento. É bem provável que, por este motivo, seja o mapa mais completo do mundo!

Para a sua utilização e edição há aplicações extremamente funcionais como a OsmAnd e a Vespucci.

E é Opensource e foss!

Agora que já conheces, só tens de te juntar à equipa!

Nextcloud – OwnCube

Não é a primeira vez que dedico alguma atenção às chamadas “clouds”, em especial, às privadas.

Hoje, vivemos num mundo onde os nossos dados, os nossos documentos, as nossas fotos, etc., estão espalhados por um sem-número de serviços. E a maioria destes serviços “têm a lata” de se apropriar dos direitos sobre eles, a partir do momento que os carregamos para a “nuvem”.

Para evitar isso, nos últimos anos, surgiram vários projectos Open Source, que devolvem o poder sobre os seus documentos ao seu verdadeiro dono: Tonido, OwnCloud, Nextcloud, etc., alternativas Open Source a serviços de armazenamento e partilha de ficheiros como o Dropbox, o Google Drive, o pCloud, o OneDrive, etc.

Depois de alguns anos de utilização do Tonido, até que ele deixou de ser compatível com as minhas necessidades, utilizei brevemente a ownCloud e, contrariado, acabei por voltar aos serviços tradicionais.

Esta semana resolvi fazer uma nova investigação e acabei por apostar num “fork” desenvolvido pelo criador da ownCloud (lançada em 2010), que, entretanto, deixou o projecto inicial para se dedicar a este, a Nextcloud, lançada em 2016.

Conjuguei a Nextcloud com o alojamento alugado na Alemanha, numa empresa chamada OwnCube.

O serviço é impecável, tal como a configuração do mesmo, tudo a preços muito competitivos.

Altamente recomendável para todos os que estão fartos daquelas letrinhas nos contratos que dizem que o nosso trabalho, afinal, não é nosso!

E, em relação ao funcionamento? Espectacular!

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