Visões…

15 - 2Ainda agora comecei a classificar os exames nacionais e a minha filha já me está a dizer que eu estou estranho, que estou a ver coisas… Eu não percebo porquê… Apenas resolvi transformar o escritório num aquário… Para manter as ideias frescas. Não vos parece boa ideia?

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Caligrafia/Calligraphy

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Fotos tiradas pelo professor José Gonçalves. Clica na foto para veres as restantes.

Eu numa interessante sessão de demonstração de caligrafia com os alunos da minha escola. Foi um prazer partilhar o pouco que sei com os nossos jovens, para quem a escrita à mão está a perder cada vez mais o interesse…

O sermão do Monte para educadores…

Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Ele preparava-os para serem os educadores capazes de transmitir a Boa Nova a todos os homens.
Tomando a palavra, disse-lhes:
– Em verdade, em verdade vos digo:
– Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
– Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
– Felizes os misericordiosos, porque eles…?
 Pedro interrompeu-o:
– Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
 André perguntou:
– É pra copiar?
 Filipe lamentou-se:
– Esqueci o meu papiro!
 Bartolomeu quis saber:
– Vai sair no teste?
 João levantou a mão:
– Posso ir à casa de banho?
 Judas Iscariotes resmungou:
– O que é que a gente vai ganhar com isso?
 Judas Tadeu defendeu-se:
– Foi o outro Judas que perguntou!
 Tomé questionou:
– Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?
 Tiago Maior indagou:
– Vai contar pra nota?
 Tiago Menor reclamou:
– Não ouvi nada, com esse grandalhão à minha frente!
 Simão Zelote gritou, nervoso:
– Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?
 Mateus queixou-se:
– Eu não percebi nada, ninguém percebeu nada!
Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
– Isso que está fazendo é dar uma aula?
– Onde está a sua planificação e a avaliação diagnóstica?
– Quais são os objetivos gerais e específicos?
– Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?
 Caifás emendou:
– Fez uma planificação que inclua os temas transversais e as atividades integradoras com outras disciplinas?
– E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais?
– Elaborou os conteúdos conceituais e processuais?
 Pilatos, sentado lá no fundo, disse a Jesus:
– Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, no final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade.
– Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.
– E veja lá se não vai reprovar ninguém.
E foi nesse momento que Jesus disse: “Meu Deus, por que me abandonaste???…”

JÔ SOARES define o que é ser “Professor”

O professor é “um zé ninguém” aos olhos da sociedade, dos media e obviamente dos Encarregados de Educação/ alunos, mas é ele quem” segura as pontas” para que esta juventude não descambe totalmente e de vez.

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O material escolar mais barato que existe na praça é o professor.

É jovem, não tem experiência.

É velho, está superado

Não tem automóvel, é um pobre coitado.

Tem automóvel, chora de “barriga cheia”.

Fala em voz alta, vive gritando.

Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta à escola, é um “Adesivo”.

Precisa faltar, é um “turista”.

Conversa com os outros professores, está “malhando” nos alunos.

Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó.

Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.

Não brinca com a turma, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.

Não chama a atenção, não se sabe impor.

A prova é longa, não dá tempo.

A prova é curta, tira as hipóteses do aluno.

Escreve pouco, não explica.

Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala correctamente, ninguém entende.

Fala a “língua” do aluno, não tem vocabulário.

Exige, é rude.

Elogia, é parvo.

O aluno é retido, é perseguição.

O aluno é aprovado, deitou “água-benta”.

É! O professor está sempre errado, mas se conseguiu ler até aqui, agradeça-lhe a ele.

Educação sexual na escola…

Anita, de sete anos, regressa a casa vinda da escola.
Tinha tido a primeira aula de educação sexual.

A mãe, muito interessada pergunta:
– Como é que correu?
Quase morri de vergonha! – respondeu a pequena Anita.
– Porquê
? – perguntou a mãe.

Anita respondeu:
O Zezinho, o menino com o cabelo ruivo, disse que foi a cegonha que o trouxe.
– O Marco, da livraria, disse que veio de Paris.
– A Cristina, a vizinha do lado, disse que foi comprada num orfanato e o Tó disse que foi comprado no hospital.
– O Paulinho disse que nasceu de uma proveta
– O André disse que nasceu de uma barriga de aluguer.

A mãe de Anita respondeu quase sorrindo:
– Mas isso não é motivo para te sentires envergonhada…

– Não, já sei, mas não me atrevi a dizer-lhes que como nós somos pobres, tiveste que ser tu e o pai a fazer-me…!!!

Diploma de Mérito

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Decorreu, ontem, na ESSA, a cerimónia de entrega dos prémios de excelência aos alunos do ano letivo 2013-2014. A nossa filhota lá marcou presença, junto com muitos amigos, mais uma vez. Parabéns filhota!

BULLYING

Uma professora quis ensinar à sua turma os efeitos do bullying.

Deu a todos os alunos uma folha de papel e disse-lhes para a amarrotarem, deitarem para o chão e pisarem. Em suma, podiam estragar a folha o mais possível mas não rasgá-la.

As crianças ficaram entusiasmadas e fizeram o seu melhor para amarrotarem a folha, tanto quanto possível.

A seguir, a professora pediu-lhes para apanharem a folha e abri-la novamente com cuidado, para não rasgarem a mesma. Deviam endireitar a folha com o maior cuidado possível. A senhora chamou-lhes a atenção para observarem como a folha estava suja e cheia de marcas. Depois, disse-lhes para pedirem desculpa ao papel em voz alta, enquanto o endireitavam. À medida que mostravam o seu arrependimento e passavam as mãos para alisar o papel, a folha não voltava ao seu estado original. Os vincos estavam bem marcados.

A professora pediu então para que olhassem bem para os vincos e marcas no papel. E chamou-lhes a atenção para o facto que essas marcas NUNCA mais iriam desaparecer, mesmo que tentassem repará-las.

“É isto que acontece com as crianças que são “gozadas” por outras crianças” – afirmou a professora – “vocês podem pedir desculpa, podem tentar mostrar o vosso arrependimento, mas as marcas, essas ficam para sempre.”

Os vincos e marcas no papel não desapareceram, mas as caras das crianças deram para perceber que a mensagem da professora foi recebida e entendida.

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