JÔ SOARES define o que é ser “Professor”

O professor é “um zé ninguém” aos olhos da sociedade, dos media e obviamente dos Encarregados de Educação/ alunos, mas é ele quem” segura as pontas” para que esta juventude não descambe totalmente e de vez.

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O material escolar mais barato que existe na praça é o professor.

É jovem, não tem experiência.

É velho, está superado

Não tem automóvel, é um pobre coitado.

Tem automóvel, chora de “barriga cheia”.

Fala em voz alta, vive gritando.

Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta à escola, é um “Adesivo”.

Precisa faltar, é um “turista”.

Conversa com os outros professores, está “malhando” nos alunos.

Não conversa, é um desligado.

Dá muita matéria, não tem dó.

Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.

Não brinca com a turma, é um chato.

Chama a atenção, é um grosso.

Não chama a atenção, não se sabe impor.

A prova é longa, não dá tempo.

A prova é curta, tira as hipóteses do aluno.

Escreve pouco, não explica.

Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala correctamente, ninguém entende.

Fala a “língua” do aluno, não tem vocabulário.

Exige, é rude.

Elogia, é parvo.

O aluno é retido, é perseguição.

O aluno é aprovado, deitou “água-benta”.

É! O professor está sempre errado, mas se conseguiu ler até aqui, agradeça-lhe a ele.

Educação sexual na escola…

Anita, de sete anos, regressa a casa vinda da escola.
Tinha tido a primeira aula de educação sexual.

A mãe, muito interessada pergunta:
– Como é que correu?
Quase morri de vergonha! – respondeu a pequena Anita.
– Porquê
? – perguntou a mãe.

Anita respondeu:
O Zezinho, o menino com o cabelo ruivo, disse que foi a cegonha que o trouxe.
– O Marco, da livraria, disse que veio de Paris.
– A Cristina, a vizinha do lado, disse que foi comprada num orfanato e o Tó disse que foi comprado no hospital.
– O Paulinho disse que nasceu de uma proveta
– O André disse que nasceu de uma barriga de aluguer.

A mãe de Anita respondeu quase sorrindo:
– Mas isso não é motivo para te sentires envergonhada…

– Não, já sei, mas não me atrevi a dizer-lhes que como nós somos pobres, tiveste que ser tu e o pai a fazer-me…!!!

Diploma de Mérito

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Decorreu, ontem, na ESSA, a cerimónia de entrega dos prémios de excelência aos alunos do ano letivo 2013-2014. A nossa filhota lá marcou presença, junto com muitos amigos, mais uma vez. Parabéns filhota!

BULLYING

Uma professora quis ensinar à sua turma os efeitos do bullying.

Deu a todos os alunos uma folha de papel e disse-lhes para a amarrotarem, deitarem para o chão e pisarem. Em suma, podiam estragar a folha o mais possível mas não rasgá-la.

As crianças ficaram entusiasmadas e fizeram o seu melhor para amarrotarem a folha, tanto quanto possível.

A seguir, a professora pediu-lhes para apanharem a folha e abri-la novamente com cuidado, para não rasgarem a mesma. Deviam endireitar a folha com o maior cuidado possível. A senhora chamou-lhes a atenção para observarem como a folha estava suja e cheia de marcas. Depois, disse-lhes para pedirem desculpa ao papel em voz alta, enquanto o endireitavam. À medida que mostravam o seu arrependimento e passavam as mãos para alisar o papel, a folha não voltava ao seu estado original. Os vincos estavam bem marcados.

A professora pediu então para que olhassem bem para os vincos e marcas no papel. E chamou-lhes a atenção para o facto que essas marcas NUNCA mais iriam desaparecer, mesmo que tentassem repará-las.

“É isto que acontece com as crianças que são “gozadas” por outras crianças” – afirmou a professora – “vocês podem pedir desculpa, podem tentar mostrar o vosso arrependimento, mas as marcas, essas ficam para sempre.”

Os vincos e marcas no papel não desapareceram, mas as caras das crianças deram para perceber que a mensagem da professora foi recebida e entendida.

Os professores e o stress

Todos (ou quase todos) aqueles que são professores sofrem, com maior ou menor grau, de problemas relacionados com o stress.

Pelas mãos de um amigo, chegou-me ao conhecimento um estudo recente de duas investigadoras nesta área, Isabel Carmo David e Sónia Quintão, sobre o “burnout” (esgotamento) na nossa profissão. Por curiosidade, alguns dos professores que participaram neste estudo são de escolas de Abrantes. Para os interessados, aqui fica o respetivo link.

SER PROFESSOR DE INGLÊS…

TEACHER: Glenn, how do you spell ‘crocodile’?
GLENN: K-R-O-K-O-D-I-A-L
TEACHER: No, that’s wrong.
GLENN: Maybe it is wrong, but you asked me how I spell it.
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TEACHER: Donald, what is the chemical formula for water?
DONALD: H I J K L M N O.
TEACHER: What are you talking about?
DONALD: Yesterday you said it’s H to O.
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TEACHER: Winnie, name one important thing we have today that we didn’t have ten years ago.
WINNIE: Me!
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TEACHER: Glen, why do you always get so dirty?
GLEN: Well, I’m a lot closer to the ground than you are.
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TEACHER: Millie, give me a sentence starting with ‘I’.
MILLIE: I is..
TEACHER: No, Millie… Always say, ‘I am’.
MILLIE: All right… ‘I am the ninth letter of the alphabet’.
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TEACHER: George Washington not only chopped down his father’s cherry tree, but also admitted it. Now, Louie, do you know why his father didn’t punish him?
LOUIS: Because George still had the axe in his hand.
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TEACHER: Now, Simon, tell me frankly, do you say prayers before eating?
SIMON: No sir, I don’t have to, my Mum is a good cook.
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TEACHER: Clyde , your composition on ‘My Dog’ is exactly the same as your brother’s. Did you copy his?
CLYDE : No, sir. It’s the same dog.
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TEACHER: Harold, what do you call a person who keeps on talking when people are no longer interested?
HAROLD: A teacher.

😀 😀 😀

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