REDAXÃO: “O PIPOL E A ESCOLA”

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.

Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem ‘os Lesiades”s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentesseloutro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o ‘garra de lin-chao’ é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?

[Não, nada disso!! É tudo uma questão de dialeto… E, pelos vistos, o das Caldas da Rainha (onde esta pérola foi escrita por um aluno do 9.º Ano) evoluiu muito nos últimos anos!!!]

O agricultor, o cavalo e o porco…

Um agricultor coleccionava cavalos e só lhe faltava uma determinada raça.

Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha esse determinado cavalo e atazanou-o até conseguir comprá-lo.

Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:

– Bem, o seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este
medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e, caso
ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Ali perto, o porco escutava a conversa toda…

No dia seguinte deram o medicamento e foram-se embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse:

– Força amigo! Levanta-te daí, senão serás sacrificado!!!

No segundo dia, deram-lhe o medicamento e foram-se embora. O
porco aproximou-se do cavalo e disse:

– Vamos lá amigo, levanta-te senão vais morrer!
– Vamos lá, eu ajudo-te a levantar… Upa! Um, dois, três.

No terceiro dia deram-lhe o medicamento e o veterinário disse:
– Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

– Quando se foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse:

– É agora ou nunca, levanta-te depressa! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Óptimo, vamos, um, dois, três, agora mais depressa, vá… Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Tu venceste, Campeão!!!

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo a correr no campo e gritou:

– Milagre!!! O cavalo melhorou! Isto merece uma festa… para comemorar ‘Vamos matar o porco!!!’

* Reflexão: *

Isto acontece com frequência no ambiente de trabalho e na vida também.
Dificilmente se percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso, por isso saber viver sem ser reconhecido é uma arte.
Se algum dia, alguém lhe disser que o seu trabalho não é de um profissional, lembra-te: ‘Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, construíram o Titanic’.

‘Procure ser uma pessoa de valor, em vez de uma pessoa de sucesso’.

As coisas que eu não percebo…

Este nosso país deixa-me, muitas vezes, com algumas dúvidas existenciais.

Recentemente ficámos a saber que o estado vai cortar 5% nos salários dos seus funcionários. Esses são os mesmos que têm visto as suas remunerações a emagrecer de há largos anos a esta parte, sempre com a justificação de estarmos a contribuir para a sustentabilidade financeira do país. No entanto, esta parece estar cada vez mais longe…

Tal facto levou-me a levantar algumas dúvidas que resolvi partilhar aqui, no texto que podem ler abaixo, que é a demonstração prática de uma solução para uma pequena parte do problema.

Texto: As coisas que eu não percebo

Bem hajam.

MORRE LENTAMENTE…

“Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere
O “preto no branco”
E os “pontos nos is” a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»

Pablo Neruda

P.S. Infelizmente eu sei que haverá muitos neste país que ficarão a perguntar-se: “E quem é que quer morrer depressa?”

A FALTA DE CHÁ…

Recebi, recentemente, um e-mail com este texto que, pela sua inocência e pertinência, me recordou uma situação que presenciei esta semana e uma outra que se passou comigo um destes dias… Fez-me lembrar que, independentemente da nossa posição temos sempre que respeitar o nosso próximo. E quanto mais alto estivermos, maior o grau de respeito pelos nossos semelhantes devemos demonstrar. Assim deve ser. Esse é um dos meus motes de vida e que eu me esforço por respeitar escrupulosamente, sob pena de também ser incluído no conjunto dos que estão a precisar de beber um “cházinho”…

O “chá de humildade” faz muita falta a uns certos Senhores Professores Doutores…

Obrigado Isabel, por me mandar este texto.

«Um dia a minha mamã saiu e o meu papá ficou a tomar conta de mim.

Eu tinha então perto de 2 anos e meio e estava a convalescer de um pequeno acidente.

Nessa altura alguém deu-me um serviço de chá miniatura que se tornou um dos meus brinquedos preferidos.

Certo dia o papá estava na sala assistindo atentamente ao Telejornal, enquanto eu, brincando com o meu novo serviço, ia-lhe servindo chávenas de “chá” que, naturalmente, era só água… Depois dele ter bebido – e elogiado constantemente o meu “chá”, a mamã chegou a casa.

O papá empatou a mamã na sala para que ela pudesse ver-me a trazer-lhe mais uma chávena de “chá” pois ele estava absolutamente “derretido” comigo.

A mamã esperou e viu-me chegar orgulhosa com mais uma chávena de “chá” e assistiu espantada ao ar deliciado com que o papá o bebeu até ao fim…

Mal o meu papá acabou de beber, a mamã (como só uma mãe saberia fazer) disse-lhe:

– “Ouve lá: alguma vez te passou pela cabeça que o único lugar com água a que ela chega cá em casa é a sanita????”»

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