Kit essencial para todos os bebés machos

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É meu entendimento, fruto de experiência própria e estudo aturado, que, à saída das maternidades, todo e qualquer ser humano macho, recém-nascido, devia receber um segundo kit (para juntar às tradicionais fraldas e afins) constituído por :

a) Proraso Pre-shaving cream (Green);
b) Proraso Shaving soap (Green);
c) Pincel Semogue 2 band SOC Texugo;
d) Tigela de aço inoxidável;
e) Máquina Edwin Jagger DE89Lbl ou Mühle R89;
f) Lâminas Mühle;
g) Aftershave Proraso (Green).

Acredito seriamente que a felicidade futura da espécie humana seria fortemente potenciada por este kit, duma vez que para os machos seria um prazer iniciar o dia e para as fêmeas seria igualmente um prazer iniciar a noite. 🙂

Passeio por Beja e Évora

Clicar na foto para aceder à apresentação fotográfica.
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Os momentos de descontração em família são sempre difíceis de conseguir neste mundo agitado… Mas, quando acontecem, são sempre agradáveis e retemperadores.

Desta vez, e a pretexto de uma visita à família, aproveitámos a deixa para dar um passeio em Beja e, no dia seguinte, para mostrar a nossa cidade universitária às nossas filhotas, Évora.

Já agora, permitam-me, ficámos agradavelmente surpreendidos com Évora. Encontrámos uma cidade moderna, movimentada como não a víamos há muito, com um centro histórico cheio de vida nova, onde o comércio se renova e onde não se encontram grandes marcas da degradação a que a maioria dos centros históricos das nossas cidades está votada. Uma agradável surpresa e um exemplo a seguir por muitas das nossas edilidades.

Aqui ficam as fotos tiradas por todos usando aquele magnífico objeto da era moderna: o telemóvel!

Fabulosa, a Língua PORTUGUESA

Paulo Pedro Pereira Pinto, pequeno pintor Português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintarPanfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.Porém, pouco praticou, porque Padre Pedro pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirinéus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passopercorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Paulo Pinto precaver-se. Profunda privação passou Paulo Pinto. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Paulo Pinto… – Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Paulo Pinto.- Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Paulo Pinto procurou pelos pais, porémPapai Procópio partira para Província.Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: – Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. PrimoPinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.Porque pintas porcarias? – Papai, – proferiu Paulo Pinto – pinto porque permitistes, porém, preferindo, poderei procurar profissãoprópria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Paulo Pinto pelo pulso, penetrou pelo patamar,procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Paulo Pinto para praticar profissão.Perfeito: Pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaus, piabas, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontoadas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Paulo Pinto.Primeiramente Paulo Pinto pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.Particularmente Paulo Pinto preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.Pobre Paulo Pinto pereceu pintando…Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar.Pensei. Portanto, pronto: Pararei!· 
E ainda há quem se ache o máximo quando consegue dizer: ‘O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei da Rússia. ‘!!!

De volta ao prazer da escrita…

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Continuando a investigar o passado…

Sempre gostei de caligrafia e, ao mesmo tempo, sempre tive dificuldades em conseguir fazer uma letra que eu próprio gostasse e com a qual me sentisse confortável, até que, na fase final da minha juventude, redescobri as canetas de tinta permanente. Como, aliás, já vos contei.

O que não vos contei foi que, durante essa juventude, em casa do meu avô, descobri umas canetas de aparo que nunca percebi como funcionavam…

Como gosto muito destas coisas, de andar a tirar o pó à história, resolvi, recentemente, pesquisar sobre as canetas de aparo…

Qual não foi o meu espanto quando percebi que quem se dedica a escrever caligrafia usa, essencialmente, estas canetas! Não foi preciso mais nada. Vá de tentar!

Então não é que a escrita com estas canetas é um espetáculo! Que o prazer que se retira da escrita com as ferramentas adequadas não tem nada a ver com a escrita com uma esferográfica… E as tintas… Não tem nada a ver.

Mas, desilusão das desilusões… Procurem na Wikipédia por “caneta de aparo” ou só “aparo”. Depois tentem “dip pen”… Perceberam a diferença? Os portugueses correm, voam, para deitarem para o lixo tudo o que é tradicional, julgando que são muito avançados por adotarem todas as modernices, colocando na prateleira do esquecimento tudo o que vem do passado.

Como é que se pode fomentar a boa escrita sem as ferramentas adequadas?

Porém, graças à Internet, temos o problema resolvido.

Divirtam-se!

Aqui ficam uns sites interessantes com muito material:

http://www.dippennibs.co.uk/

http://www.blotspens.co.uk/

http://www.exaclair.com/brands_brause.php

http://www.williammitchellcalligraphy.co.uk/

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