SALVO PELA GENTILEZA

Há por aí umas pessoas que são piores, muito piores, que qualquer animal… Uma pequena lição porque, nos dias que correm, é muito mais normal a antipatia e alguns até consideram uma afronta a gentileza e a boa educação… Também para esses, aqueles que não merecem sequer o chão que Deus lhes dá para pisarem, um grande bem hajam! Mas esses, infelizmente, não lêem estas linhas. É pena…

Conta-se uma história de um empregado num frigorífico da Noruega.

Certo dia no término do seu trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta fechou-se e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para as suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo. Já estava quase três horas preso, debilitado com a temperatura insuportável. De repente a porta abriu-se e o guarda entrou na câmara e resgatou-o com vida. Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao guarda: – “Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?”

Ele explicou:

– “Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isso o procurei e o encontrei… “

Para aqueles que lhes custa muito cumprimentar os outros, …

3 thoughts on “SALVO PELA GENTILEZA

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  1. Ôi, pessoal!

    Há tempitos num acampamento serrano cá o Cidadão deu uma trinca em duas vespas que se lhe ousaram introduzir na sandes matinal. Aproveita-se agora para redizer que eram agridoces e picantes, ficando este desafortunado com a língua inchada e a falar “belhá, bilhá, belhá, bilhá, belhá, bilhá”, durante 24 horas!

    Portanto a vespa pode ser aquela máquina se for confeccionada frita, grelhada ou temperada pois só assim, É DESAGRADÁVEL!

    No Cabeço e arredores a saudação é regateada entre semelhantes.

    Menos sucede se nos afastarmos para concelhos diferentes e quanto maior ruralidade, maior a saudação, concluindo-se que a saudação é directamente proporcional à modéstia associada às dificuldades a ao desprendimento material e inversamente proporcional à arrogância associada ao sentimento de posse, ao materialismo e ao plafond do cartão de crédito…

    É bastante fácil constatarmos estas evidências se nos deslocarmos a pé ou de bicicleta por essas povoações adiante.

    Ao saudarmos um residente, é certo que sendo de uma casinha modesta ou um trabalhador do campo, somos fugazmente correspondidos mas, se tratar do residente de uma vivenda apalaçada é-nos correspondido com o silêncio e o ar de uma arrogância desafiante como se nos fosse soltar os cães!

    Ah!

    Já agora!

    Boas noites pr’á família Pinheiro!

    🙂

  2. Nem mais! O pessoal pensa que perde algum pedaço da fortuna por ser educado… Se calhar gastam dinheiro nisso. É tipo electricidade: quanto mais se usar mais se paga… Será?!

    Essa de andar a atacar as vespinhas… Tadinhas. 😀 Deve ter sido bom… Imagino!

    Obrigado! Um abraço e cumprimentos à família.

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