A minha cinquentinha

Foi esta a cinquentinha que foi responsável pelo meu gosto pelas máquinas de duas rodas motorizadas. Ela e o meu avô Leão, que a comprou, nos tempos em que a Honda estava a chegar ao mercado nacional, e ma ofereceu quando deixou de poder andar nela. Nela fiz dois anos de ensino secundário, dos 16 aos 18 anos, quando conclui o 12º Ano. Quando entrei para a universidade ela ficou a aguardar o meu regresso na garagem. Degradou-se. Já depois de licenciado, enquanto professor, conheci um colega que se tornou amigo. Tem mãos de ouro e um gosto enorme pelo restauro e conservação de motos antigas. Entendi que era a pessoa indicada para tratar com carinho a minha menina. Ofereci-lha, pois era triste ver que se degradava, de dia para dia, guardada na garagem, sem quem dela cuidasse. Um destes dias voltarei novamente a vê-la, restaurada no seu orgulho e dignidade. Será um enorme prazer.

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